
"As cidades precisam adiantar o serviço, apertar o passo e cumprir com as etapas de contratação (de empréstimos para as obras)", disse o ministro a jornalistas durante evento no BNDES com a ministra britânica da Olimpíada de 2012, Tessa Jowell.
"A Copa acontece em 8 cidades (no mínimo). Doze foi um apelo que o Brasil fez para que o país inteiro pudesse participar. É preciso apertar o passo, cumprir os compromissos com a Fifa para que a Copa seja um sucesso", acrescentou.
Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, N

Todas as cidades terão acesso a uma linha de financiamento do BNDES para construir ou reformar seus estádios de até 400 milhões de reais cada. Mas, segundo o ministro, o processo junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social "ainda tem um ritmo lento".
"Se tem um tema que a Copa não prescinde é estádio. Esse é um tema que merece atenção", disse. "O comitê local da Fifa já chamou a atenção das cidades e 3 de maio é um novo prazo para avaliarmos os estádios."
Ao ser questionado diretamente o que poderia acontecer com as cidades que não cumprissem os prazos fixados com a Fifa, o ministro disse que "era melhor deixar para falar em 4 de maio".
Silva lembrou ainda que o calendário eleitoral deste ano impõe o dia 3 de junho como data "fatal" para o repasse de verbas federais para as cidades. "Imagino que as cidades estejam mais preocupadas que o governo federal."
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