Brasília, Fortaleza, Rio, Recife e Salvador precisam, em especial, adotar medidas de combate ao crime
Lisandra Paraguassu, de O Estado de S. Paulo

A
capital do Ceará é, hoje, a que ainda tem o maior índice de riscos
altos - 11% -, basicamente concentrados na criminalidade comum e no
risco de ataques a turistas. Salvador e Rio, com 7%, vêm em seguida, mas
com situações diferentes. Enquanto na capital baiana o risco também é o
crime comum, no Rio acrescenta-se o crime organizado e os problemas nas
rotas que serão usadas pelas delegações. Uma das preocupações, por
exemplo, é a Linha Vermelha, que leva do aeroporto à zona sul, passando
por uma favela ainda não pacificada.

Em
Brasília, onde será o jogo de abertura, além do crime comum, outro
detalhe de estrutura chamou a atenção dos agentes e ainda não foi
resolvido: o aeroporto. Com desenho completamente aberto, sem portas ou
cercas, o aeroporto é difícil de vigiar e controlar no caso de qualquer
tipo de ataque.
As
avaliações da Abin, além de apontar problemas, indicam soluções. Os
relatórios indicam que, se nos próximos dias as capitais cumprirem as
determinações, todas elas passarão a ter riscos baixos ou muito baixos,
mesmo nas questões de criminalidade. Resta saber se as orientações serão
cumpridas.
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