
Apesar de as exportações de petróleo e gás totalizarem 70% da receita do governo, o emirado do Qatar está de olho em outras fontes de renda para quando a fonte de dinheiro secar.
Inspirado no vizinho Dubai, o país investe pesado em turismo. O petróleo que jorra do fundo da terra também faz brotar prédios imensos de arquitetura de última geração na capital, Doha. O país também quer ser um centro

País só perde para Liechtenstein em riqueza
Além de construir edifícios faraônicos, e de alimentar projetos megalomaníacos para os estádios de 2022, o petróleo também fez dos cidadãos do Qatar os mais ricos do mundo, perdendo apenas para os moradores do pequeno principado de Liechtenstein, na Europa.A renda per capita (total da riqueza, dividido por cada habitante) do país é de US$ 121 mil (R$ 206 mil) por ano. No Brasil, a renda per capita é de US$ 10 mil (R$ 17 mil, aproximadamente), a 109ª no mundo.
Se não tiver espaço para construir todos os estádios que uma Copa do Mundo precisa, isso não será problema para o Qatar – caso se inspire no vizinho Dubai, poderá construir ilhas artificiais, com prédios espelhados, reluzindo no deserto.
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