
Na ocasião, Lula afirmou em seu discurso que "ainda falta muito por fazer neste País porque a gente não consegue consertar os erros de quinhentos anos apenas em oito anos. É preciso mais tempo, mas é preciso que tenha sequenciamento". O DEM, autor da representação, também pediu multas para a ex-ministra da Casa Civil e para a CUT, responsável pela organização do evento.
Segundo o ministro Henrique Neves, do TSE, o tribunal decidiu multar apenas o presidente por considerar que o discurso de Lula ganhou relevância pela notoriedade do cargo. A decisão foi apoiada pelos ministros Aldir Passarinho, Arnaldo Versiani, e pelo presidente da TSE, Ricardo Lewandowski.
O Ministério Público Eleitoral (MPE) recorreu da decisão do TSE e pediu que a multa do presidente seja aumentada e estendida à Dilma. O ministro Marco Aurélio Mello apoiou a posição do MPE e defendeu o aumento da multa aplicada ao presidente para 25 mil.
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