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Ontem, Dutra e Palocci já haviam sido apontados pela imprensa como comandantes de transição. Hoje, além de oficializar esses dois nomes, Dilma divulgou ainda que Temer e Cardozo farão parte da coordenação do processo.
Durante a manhã e o início da tarde, ela participou de reunião com três desses quatro coordenadores - apenas Temer não estava presente -, em Brasília. Ainda não está prevista a reunião entre Dilma e o vice, que deve jantar hoje à noite com o presidente do PT.
Já Dilma deve conceder mais entrevistas a programas de TV pela noite. Amanhã, ela deve viajar para descansar por alguns dias.
Disputa
O anúncio da participação de Temer deve acalmar peemedebistas que já haviam demonstrado insatisfação por terem sido excluídos da primeira reunião entre Dilma e seus coordenadores de campanha, realizada nesta segunda-feira (1º).
Ontem, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-SP) mandou um “recado” aos aliados, avisando que "eles não vão governar sozinhos".
Pouco preocupado, o governador eleito do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, fez em entrevista uma cobrança: o PT quer negociar com um PMDB unido. A legenda "terá mais importância quanto mais se unificar como partido de centro".
Os dois episódios mostram que, nem bem terminou a apuração dos votos, já corre solta a disputa por espaço entre os dois partidos. Setores petistas já deixaram vazar que o presidente Lula gostaria que Guido Mantega fosse mantido na Fazenda. Admite-se que Henrique Meirelles (PMDB) pode ter um "lugar importante" no novo time, mas não se sabe onde.
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