
O tema foi suscitado na conversa por iniciativa da presidente brasileira. Obama defendeu que "a melhor oferta" entre todas é a do F-18 americano, inclusive pela transferência de tecnologia incluída no pacote.
- A oferta nesse sentido é equivalente aos demais pacotes oferecidos a outros parceiros e aliados no mundo. Mas houve uma conversa sobre o F-18 Super Hornet no encontro dos dois presidentes - garantiu o assessor adjunto de Segurança Nacional da Casa Branca para a América do Sul e Central, Dan Restrepo.
De acordo com ele, não houve por parte da presidente Dilma Rousseff algum sinal de quando e como o Brasil decidiria pela compra dos caças, em princípio suspensas até 2012 por causa da necessidade de cortes orçamentários do governo federal. A Boeing não enviou qualquer alto executivo da empresa na viagem do presidente americano ao Brasil, ao contrário da Dassault - fabricante dos Rafales - que teve a presença de seu CEO na comitiva do presidente f

"Brasil de nove anos atrás não é o Brasil de hoje"
Durante a conversa tête-à-tête, os dois chefes de Estado também assinalaram a importância de que haja avanços nas negociações das Rodada de Doha - sobre o livre comércio, no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC) - deflagradas há nove anos e atualmente emperradas.
- O Brasil de nove anos atrás não é o Brasil de hoje. A China de nove anos atrás não é a China de hoje. Então, a necessidade de um acordo mais ambicioso, que reflita as realidades de hoje, foi algo tratado entre os dois presidentes, que se comprometeram para que suas equipes sentem-se juntas - como já têm feito - para ver como fazer a fim de avançar na questão de Doha de forma mais efetiva - concluiu Dan Restrepo.
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