
O módulo de memória do aparelho --Crash Survivable Memory Unit--, que contém os registros de todas as informações do voo, ainda não foi localizado. Ele deveria estar acoplado ao lado do chassi do aparelho.
A operação de resgate aos destroços do avião continua, e um novo mergulho do robô submarino Remora 6000 já começou pela manhã. Os investigadores esperam que as duas caixas-pretas (uma com os dados do voo e outra com o registro da conversa da cabine) possam determinar o que causou o acidente com o voo 447.
O primeiro mergulho em busca dos destroços do voo, localizados no começo deste mês, foi realizado na manhã de ontem e durou mais de 12

Entre eles estão nove operadores do robô submarino, que irá recolher os destroços, outros técnicos da empresa americana Phoenix International, proprietária dos equipamentos, e membros do BEA.
GRUPOS
Durante a viagem ao Brasil, a equipe de resgate se reuniu para analisar a organização da quinta fase de buscas, as especificações técnicas dos robôs e as medidas de segurança a bordo.
Sob a direção do BEA, dois grupos de

O segundo grupo estuda os procedimentos operacionais destinados a recuperar as caixas-pretas, os computadores de bordo e as demais peças da aeronave.
No comunicado do BEA não foi citado se os corpos das vítimas da tragédia serão resgatados.
Na semana passada, a Aeronáutica afirmou que o governo francês iria buscar os corpos das vítimas, mas que ainda não havia informações sobre a possibilidade do resgate.
A Associação das Famílias das Vítimas do Voo 447 da Air France, porém, disse que durante reunião com o BEA ficou decidido que os corpos não seriam resgatados, o que provocou protestos por parte dos parentes.
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