
Segundo a rede, Ali Hassan al Jaber morreu na região de Hawari, perto de Benghazi, depois que sua equipe foi vítima de uma "emboscada armada".
Mais cedo, a força aérea fiel ao ditador Muammar Gaddafi bombardeou novamente a localidade de Brega, a cerca de 110 quilômetros de Ras Lanuf, onde continuam os combates entre as forças ligadas ao coronel e os milicianos rebeldes, segundo uma fonte da oposição.
"Nossos homens seguem em, pelo menos, parte de Ras Lanuf", disse à agência Efe o porta-voz rebelde, Mustafa Geriani, que indicou que militares profissionais continuavam participando da defesa destas localidades, consideradas a principal linha defensiva rebelde, cujo posto avançado, Benghazi, fica situado a cerca de 450 quilômetros.
Alguns moradores começaram a abandonar Brega, que já foi bombardeada nesta semana pela força leal a Gaddafi, cujos carros de combate impuseram superioridade c

A cidade, um dos principais redutos rebeldes depois de Benghazi, é considerada estratégica por constituir a principal rota de comunicação com a capital provisória do CNTI (Conselho Nacional Transitório Interino).
JORNALISTA BRASILEIRO
Ontem, o repórter Andrei Netto, correspondente do jornal "O Estado de S. Paulo", deixou a Líbia e seguiu para Dubai, de onde partiria para Paris, onde vive. Ele havia sido libertado na quinta-feira (10) no país do Norte da África, onde estava cobrindo os conflitos entre forças leais a Gaddafi e rebeldes opositores.
O jornal havia perdido contato com o repórter há uma semana, que estava no oeste do país cobrindo os conflitos. O "Estado" informou que, até domingo, recebia informações indiretas de que o repórter estava bem, escondido na região de Zawiya, sem poder se comunicar com o jornal por razões de segurança.
Na quarta-feira (9), o "Estado" recebeu indicações de que Netto tinha sido preso por tropas do governo perto de Zawiya.
Netto viajava com Abdul-Ahad, repórter de cidadania iraquiana do "Guardian", que na quinta-feira afirmou, em sua página na internet, que recebeu informações de autoridades líbias de que ele está sob custódia.
O repórter --que trabalha no jornal britânico desde 2004 e já foi enviado ao Iraque e ao Afeganistão-- não entra em contato com o jornal desde domingo (6).
Os dois jornalistas estavam nos arredores de Zawiyah, uma cidade controlada por rebeldes a aproximadamente 50 quilômetros a oeste da capital Trípoli e local de violentos confrontos nos últimos dias entre insurg

EQUIPE DA BBC
Na quarta-feira, a BBC disse que uma de suas equipes foi detida pelas forças de segurança da Líbia, agredida e sujeita a uma falsa execução depois que seus membros foram detidos em um posto de controle no caminho à Zawiya.
Os três integrantes da equipe foram acusados de espionagem e suas vidas foram ameaçadas durante 21 horas enquanto eram mantidos por soldados e a polícia secreta leais ao líder líbio, segundo o jornal.
O governo líbio tem restringido o deslocamento de jornalistas estrangeiros em Trípoli e determinou que devem viajar acompanhados por autoridades.
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