"A Argentina é um exemplo para o Brasil no campo de direitos humanos, na sua busca de desaparecidos da ditadura militar", afirmou Estela de Carlotto, presidente da associação.
Dilma chegou acompanhada de oito ministros. Foi recebida pela presidente argentina Cristina Kirchner, que lhe deu um abraço ca

A reunião com as Mães e Avós da Praça de Maio aconteceria logo após a reunião privada entre as duas presidentes. Segundo Estela de Carlotto, pelo fato de Dilma ter sido "vítima da ditadura brasileira", ela "sabe bem do que fala quando propõe revisar a história, fazer justiça e impor a verdade".
Segundo assessores de Dilma, um dos objetivos de sua viagem à Argentina, a primeira oficial ao exterior desde que tomou posse, é enfatizar a sua política de defesa de direitos humanos. A presidente brasileira tem dito que irá condenar qualquer desrespeito aos direitos humanos no mundo, seja em que país eles acontecerem.
Dilma chegou acompanhada dos ministros Antonio Patriota (Relações Exteriores), Nelson Jobim (Defesa), Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio), Paulo Bernardo (Comunicações), Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia), Mário Negromonte (Cidades), Márcio Zimmermann (Minas e Energia) e Iriny Lopes (Direitos das Mulheres).
Após o encontro com as Mães e Avós da Praça de Maio, Dilma assinaria, numa reunião conjunta com a presidente argentina e os ministros dos dois países, cerca de 15 acordos. Entre eles, o que prevê a construção de um reator de pesquisa nuclear.
Depois dessa reunião, Dilma e Cristina Kirchner fariam um declaração conjunta à imprensa, seguindo para um almoço no Palácio San Martín, sede do ministério das relações exteriores local.
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