
O planejamento, denominado "Brigada Braço Forte", estima que a aquisição de novos equipamentos é necessária porque "atualmente, o índice de obsolescência dos meios de comunicações (do Exército) ultrapassa 92%", sendo que isso tem "afetado a capacidade de coordenação e controle até de simples emprego de tropa para ações emergenciais".
Segundo o general Antonio Santos Guerra Neto, comandante do Centro de Guerr

"A segurança na Copa é compartilhada e o Exército terá a sua parte, principalmente para garantir a questão logística do evento e a rápida difusão de dados sobre suspeitos ou alvos em potencial com a Polícia Federal e os outros órgãos de segurança pública", disse o general.
"Ainda estamos na fase de buscarmos as necessidades e contatar empresas para adquirir os equipamentos e a tecnologia necessária. Grandes companhias como Odebrecht, Embraer Defesa, Avibrás e Cama

Dentre os pontos previstos no plano estão o monitoramento do espaço aéreo do País e investimentos em artilharia antiaérea (com a aquisição de radares e novas armas, capazes de abater caças invasores), monitoramento de suspeitos por meio de rádio e telefonia e também compra de equipamentos para detecção e destruição de bombas nucleares e químicas.
Além deste projeto, o Centro de Guerra Eletrônica possui em andamento o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras, o Sisfron, orçado em R$ 10 bilhões e que deve estar concluído em 2019.
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