
“Tão logo for aprovado o crédito, serão realizados os trâmites orçamentários para a rápida liberação dos recursos pelo Tesouro Nacional”, diz a nota.
O valor das indenizações do seguro de vida feito pelos militares será contestado pelas viúvas. Elas decidiram processar a Associação de Poupança e Empréstimo (Poupex), entidade ligada ao Exército e responsável pela venda das apólices, e a Bradesco Vida e Previdência.
Como foi publicado, domingo, na coluna de Elio Gaspari, elas alegam que as famílias receberam apenas seguro de morte natural, quando os maridos perderam a vida em serviço, circunstância que dobra o valor.
Em nota divulgada ontem, a Bradesco reafirmou a posição da Poupex, de que o seguro não previa o pagamento da indenização por terremoto: “A apólice é estipulada pela Poupex e é comercializada por adesão livre para seus conveniados, funcionários civis e militares. A apólice não prevê a cobertura para catástrofes, e a Bradesco Seguro e Previdência decidiu, ainda assim, pagar a cobertura básica, que é a morte natural”.
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