
Mutações Os estudos para descobrir as causas da morte súbita, que já atingiu atletas em plena atividade física, avançam seguindo as pistas deixadas por alterações no DNA. Um grupo de pesquisadores das universidades de Miami e Federal do Rio de Janeiro descobriu outra proteína das células do coração que também pode sofrer mutações. É a proteína troponina C. Quando a proteína se liga ao cálcio, acontece o movimento de contração do músculo cardíaco. A mutação atrapalha esta conexão. A falha pode aumentar a espessura das paredes, diminuir as cavidades internas do coração e comprimir as artérias. Ou deixar estas paredes muito finas, o coração maior do que o normal, com grandes cavidades, sem força para as contrações, e também estender as contrações, prejudicando o relaxamento do músculo cardíaco. “No laboratório em Miami, iremos agora testar diversas drogas e tentar achar uma que possa normalizar a função da troponima C, dessa proteína que regula a contração do músculo cardíaco e que possa normalizar a função cardíaca desses pacientes que possuem esses tipos de doença cardíaca”, diz o bioquímico da Universidade de Miami (EUA) José Renato Pinto. O implante de um desfibrilador que corrige as arritmias permite que Isabel tenha uma vida normal. Os testes indicaram que Jasmim, de 14 anos, herdou a síndrome da mãe. Até hoje sem os sintomas, a garota toma um remédio e nada impede os sonhos para o futuro.
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