
Internado em um hospital local, a febre aumentou, junto a diarréia - comum nos casos de gripe - e seu quadro evoluiu rapidamente para o coma. "Foram feitos todos os exames necessários, como aspiração naso-faringeo e tecido dos pulmões. Tudo indica um problema bacteriano e não viral, o que descartaria a Influenza A (H1N1)".
Os exames definitivos devem ficar prontos neste domingo. O Ministério da Saúde confirmou neste sábado 69 novos casos de infecção pelo vírus da gripe suína, o que elevou o total de casos no País a 591. ARGENTINA-As autoridades de saúde da Argentina confirmaram hoje que podem declarar "emergência sanitária" em todo o país na semana que vem por causa do avanço da gripe suína, que até agora já causou 26 mortos e contaminou 1.587 pessoas."A emergência não significa que fecharemos tudo. É uma referência para disponibilizar a compra de remédios de forma direta ou para mobilizar pessoal", declarou o ministro da Saúde da província de Buenos Aires, Claudio Zin, onde há o maior número de doentes e vítimas fatais.Zin insistiu que, com esta medida de alerta, pedida há vários dias por organizações de médicos, "há um marco de referência para tomar decisões rápidas" para combater a doença. "Não significa que devemos fechar escolas, shopping centers ou suspender viagens de metrô", ressaltou.Desta forma, o ministro confirmou informações de porta-vozes do "comitê de crise" contra a gripe criado pelo Governo argentino, segundo as quais se estuda declarar a emergência nacional na próxima semana, depois das eleições legislativas deste domingo.Organizações de saúde já afirmaram que o número de pessoas infectadas pela doença na Argentina "é substancialmente maior" do que o oficial e que os hospitais estão "à beira do colapso". Apesar do nome, a gripe suína não apresenta risco de infecção por ingestão de carne de porco e derivados.
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