Um erro técnico levou o Ministério da Saúde a corrigir o número de mortos devido à gripe suína no Brasil nesta sexta-feira. O núme

Hage explicou que os sintomas e o tratamento das pessoas que apresentam a gripe H1N1 e a gripe comum é exatamente o mesmo. Segundo ele, são considerados graves apenas os casos em que as pessoas apresentam dificuldade de respirar e febre acima de 38 graus. "Não há distinção comprovada entre o quadro clínico de H1N1 e da gripe sazonal", afirmou.
Entre os 1.566 casos de Influenza H1N1 contabilizados pelo Brasil, 222 são considerados graves. Em termos proporcionais, 57% dos contaminados são mulheres e 60% dos casos ocorrem em jovens e adultos entre 20 e 49 anos.
O Ministério da Saúde ainda recomendou que estudantes, principalmente das regiões Sul e Sudeste, que apresentarem quadro de gripe, febre alta, dores no corpo e dificuldade para respirar, não retornem às aulas. A recomendação vale também para professores, diretores e pessoas que trabalham em escolas.
"O ambiente fechado facilita a transmissão", disse Hage, Ele acrescentou, no entanto, que estudos feitos nos Estados Unidos e na Europa mostram que suspender as aulas não impede a circulação do vírus. "É apenas uma medida para as próprias crianças", completou.
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