
Os especialistas tentavam localizar os aparelhos, do tamanho de uma caixa de sapatos, em uma área de cerca de 17 mil quilômetros quadrados e mais de 3 mil metros de profundidade, cujo relevo submarino é bastante acidentado.
Foi iniciada então uma segunda fase de busca pelas caixas-pretas do avião da Airbus, na qual continuaria participando a embarcação "Pourquoi pas", o submarino articulado "Nautile" e um robô denominado "Victor", equipes que já participavam dos trabalhos de busca no Atlântico e que o BEA deu por concluída.
O "Pourquoi pas" chegará nesta quinta-feira (20) a Dacar, informou o Escritório de Investigações e Análises. Os trabalhos se concentraram em uma área com raio de 75 quilômetros, com eixo no ponto onde o avião enviou sua última mensagem de posicionamento.
O presidente da Airbus, Thomas Enders, disse, em entrevista publicada em 30 de julho no jornal "La Tribune", que o construtor aeronáutico estaria disposto a contribuir para a extensão dos trabalhos de buscas, "oferecendo uma contribuição grande" na terceira fase, que começa agora.
O jornal avaliava essa contribuição entre 12 e 20 milhões de euros (entre R$ 30 e R$ 50 milhões) para um período de três meses, informação não confirmada à Agência Efe pela Airbus, mas um porta-voz assegurou que a companhia está "dedicada à causa, porque quer saber o que aconteceu".
Nenhum comentário:
Postar um comentário