
O recorde mundial era do próprio Bolt, 9s69, conquistado nos Jogos Olímpicos de Pequim, no ano passado. Pelas condições da pista, com o piso mais macio, e pelos tempos dos corredores nas fases anteriores, a expectativa era de que ninguém conseguisse quebrar a marca no Campeonato Mundial. Bolt, mais uma vez, chocou o planeta.
A festa ficou para o fim da prova, quando ele explodiu em alegria, abriu o sorriso e até dançou com Asafa Powell.
- Tive uma boa execução, fiquei feliz. Eu sei que posso correr rápido, e tudo é possível. Não costumo colocar muita pressão em cima de mim. Foi muito bom, fiquei satisfeito - afirmou Bolt.
Antes da competição, o jamaicano parecia relaxado. Na apresentação para as câmeras, sorriu e apontou o braço para o céu, como sempre faz durante as competições. Na largada, no entanto, ele mostrou que não estava para brincadeira. Logo após a partida, Bolt se distanciou de Gay, que largou mal. Nos primeiros metros, a vitória já parecia mais do que assegurada.
A partir dali, a dúvida era se o recorde mun

Assim que cruzou a linha, o jamaicano olhou para onde o mundo inteiro queria olhar: o cronômetro ao lado da pista. Confirmada a marca de 9s58, a prova praticamente perfeita e o recorde mundial, a festa estava liberada. Ali ele voltou a ser o gaiato de sempre.
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